quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Suprema Corte da Colômbia defende a soberania do país e rejeita acordo para instalação de bases americanas

R7

17/08/2010

Justiça da Colômbia rejeita acordo com EUA sobre bases militares

Suprema Corte diz que o polêmico tratado sobre as bases viola a Constituição
Do R7

A Suprema Corte colombiana rejeitou nesta terça-feira (17) o acordo firmado em 2009 entre os governos dos Estados Unidos e da Colômbia para a instalação sete bases militares e a presença de tropas americanas no país. Os magistrados disseram que o tratado viola a Constituição.

Segundo decisão do presidente da Suprema Corte, ministro Mauricio González Cuervo, o convênio deve ser discutido no Congresso colombiano. Para outro magistrado, Jorge Iván Palacio, o tratado precisa ser redefinido, já que o ponto que fala da presença de tropas estrangeiras no país viola a lei colombiana. As informações são do jornal El Espectador.

Santos, que tomou posse há menos de duas semanas, era ministro da Defesa de Uribe na época da assinatura do tratado, que provocou polêmica na região

O acordo para o uso por parte das Forças Armadas dos EUA de sete bases militares em território colombiano provocou muita polêmica no continente. A negociação foi tema de um encontro da Unasul, em Bariloche, na Argentina, no ano passado.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Mercosul, América do Sul e geração de empregos

Blog do Planalto

Segunda-feira, 9 de agosto de 2010 às 10:51


Mercosul, América do Sul e geração de empregos


No programa Café com o Presidente desta segunda-feira (9/8), o presidente Lula fez uma breve análise das reuniões que teve ao longo da última semana com presidentes de outros países sulamericanos – seja na 39ª Cúpula do Mercosul, realizada em San Juan, na Argentina, ou em encontros bilaterais, e comentou também os mais recentes números da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que mostram que o Brasil gerou mais de 1,7 milhão de novos postos de trabalho em 2009 – ano da crise financeira mundial. 

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Lula defende maior integração entre América do Sul e África


06 de agosto de 2010

Lula defende maior integração entre latino-americanos e africanos

EFE, Caracas,

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu uma maior integração da América Latina com a África, em encontro com o líder venezuelano, Hugo Chávez, hoje em Caracas.

“O potencial” de colaboração e desenvolvimento entre América Latina e África “é infinitamente superior à capacidade de imaginação que podemos ter desse potencial”, ressaltou Lula, na abertura da Mesa Presidencial Estratégica da Cúpula América do Sul-África (ASA), que se estenderá durante o fim de semana.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

China investe US$ 40 bi em petróleo e gás do Irã

TN Petróleo
02/08/2010

China investe US$ 40 bi em petróleo e gás do Irã

Segundo os acordos assinados entre os dois países, o investimento chinês em projetos de prospecção e extração de petróleo chegará a US$ 29 bilhões, enquanto os demais US$ 11 bilhões serão destinados a petroquímicas, refinarias, oleodutos e gasodutos.



sexta-feira, 25 de junho de 2010

Lula deve defender no G20 a reforma do Conselho de Segurança da ONU

Agência Brasil

25/06/2010

Lula deve defender no G20 reforma do Conselho de Segurança da ONU

Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil


Brasília – Em defesa da justiça e da representatividade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aproveitar as reuniões do G20 (grupo das maiores economias do mundo), no Canadá, para retomar a discussão sobre a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

O formato do órgão é o mesmo do período pós-2ª Guerra Mundial. Recentemente, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que essa estrutura indicava uma  “situação escandalosa”. Com 65 anos, o Conselho de Segurança da ONU não sofreu alterações nesse período. 

Para o Brasil, a estrutura que define cinco países como membros permanentes e dez como rotativos não representa o século 21. Uma das propostas de mudança é que entre os integrantes permanentes fiquem dois países da Ásia, um da América Latina, outro do Leste Europeu e um da África.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

ONU pressiona Reino Unido e Argentina para negociar posse das Malvinas

Agência Brasil

 24/06/2010

ONU convoca Reino Unido e Argentina para negociar posse das Malvinas

Luiz Antônio Alves

Correspondente da Agência Brasil na Argentina

Buenos Aires - O Comitê de Descolonização da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou na tarde de hoje (24), por unanimidade, uma nova resolução convocando os governos do Reino Unido e da Argentina a recomeçar as negociações em busca de uma solução pacífica sobre a posse e a soberania das Ilhas Malvinas. Esta é a segunda vez que a ONU se manifesta sobre a disputa que envolve os dois países.

A primeira ocorreu em 1965, quando a organização aprovou a Resolução 2065, considerando a pendência um "assunto colonial". O Reino Unido nega-se a discutir a questão com o governo argentino. No último dia 9, em sua 40ª Assembleia Geral, realizada no Peru, a Organização dos Estados Americanos (OEA) também se manifestou sobre a pendência, aprovando declaração de apoio à Argentina na disputa com o Reino Unido. 

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Brasil vota contra novas sanções em respeito a acordo firmado com Turquia e Irã

Nota nº 355 do Ministério de Relações Exteriores

09/06/2010  

Intervenção e Explicação de Voto do Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas

Em sessão realizada hoje, 9 de junho, no Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova York, a Representante Permanente do Brasil, Embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti, pronunciou a seguinte explicação de voto ao projeto que resultou na Resolução 1929/2010, sobre o programa nuclear do Irã


(English original available after the version in Portuguese)



“Senhor Presidente,

O Brasil vota contra o projeto de resolução.

Ao fazê-lo, estamos honrando os propósitos que inspiraram nossos esforços que resultaram na Declaração de Teerã de 17 de maio.

Estamos votando contra por não vermos as sanções como instrumento eficaz neste caso. As sanções, muito provavelmente, levarão ao sofrimento do povo iraniano e serão usadas por aqueles que, em todos os lados, não desejam a prevalência do diálogo.

Experiências passadas nas Nações Unidas, em particular o caso do Iraque, mostram que a espiral de sanções, ameaças e isolamento pode trazer trágicas conseqüências.

Também votamos contra porque a adoção de sanções, a esta altura, vai de encontro aos bem-sucedidos esforços do Brasil e da Turquia para engajar o Irã em uma solução negociada para seu programa nuclear.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Nota do Ministério de Relações Exteriores a respeito do ataque israelense a um comboio de ajuda humanitária

 
31/05/2010

Ataque israelense à “Flotilha da Liberdade”



Com choque e consternação, o Governo brasileiro recebeu a notícia do ataque israelense a um dos barcos da flotilha que levava ajuda humanitária internacional à Faixa de Gaza, do qual resultou a morte de mais de uma dezena de pessoas, além de ferimentos em outros integrantes.



O Brasil condena, em termos veementes, a ação israelense, uma vez que não há justificativa para intervenção militar em comboio pacífico, de caráter estritamente humanitário. O fato é agravado por ter ocorrido, segundo as informações disponíveis, em águas internacionais. O Brasil considera que o incidente deva ser objeto de investigação independente, que esclareça plenamente os fatos à luz do Direito Humanitário e do Direito Internacional como um todo.

Os trágicos resultados da operação militar israelense denotam, uma vez mais, a necessidade de que seja levantado, imediatamente, o bloqueio imposto à Faixa de Gaza, com vistas a garantir a liberdade de locomoção de seus habitantes e o livre acesso de alimentos, remédios e bens de consumo àquela região.

Preocupa especialmente ao Governo brasileiro a notícia de que uma brasileira, Iara Lee, estava numa das embarcações que compunha a flotilha humanitária. O Ministro Celso Amorim, ao solidarizar-se com os familiares das vítimas do ataque, determinou que fossem tomadas providências imediatas para a localização da cidadã brasileira.

A Representante do Brasil junto à ONU foi instruída a apoiar a convocação de reunião extraordinária do Conselho de Segurança das Nações Unidas para discutir a operação militar israelense.

O Embaixador de Israel no Brasil está sendo chamado ao Itamaraty para que seja manifestada a indignação do Governo Brasileiro com o incidente e a preocupação com a situação da cidadã brasileira.




http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/notas-a-imprensa/ataque-israelense-a-201cflotilha-da-liberdade201d

quinta-feira, 27 de maio de 2010

ONU elogia Brasil e afirma que acordo nuclear do Irã pode ser importante para reduzir tensões internacionais

Agência Brasil

27/05/2010

ONU elogia Brasil e afirma que acordo nuclear do Irã pode ser importante para amenizar tensões

Nielmar Oliveira

Repórter da Agência Brasil


Rio de Janeiro - Na avaliação do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, o acordo para a troca de combustível nuclear assinado pelo Irã com a intermediação do Brasil e da Turquia pode vir a se tornar um passo importante para aliviar as tensões internacionais criadas a partir do avanço do programa nuclear iraniano.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Crise na Coréia: a política das disputas regionais e o aumento da tensão no Leste Asiático

 publicado no blog "Geografia & Geopolítica" em 25/05/2010


Tudo indica que a promessa feita pelo primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, eleito ano passado - de retirar algumas das mais importantes bases militares americanas instaladas no Japão -, será adiado por tempo indeterminado.

O crescimento da tensão entre as Coréias do Norte e do Sul, enfraquece sensivelmente a posição dos japoneses e sul-coreanos que defendem a retirada das bases dos EUA na região.

Esta crise pode ampliar velhas tensões entre China e EUA, inclusive em torno da questão do apoio dos Estados Unidos à independência da província chinesa de Taiwan. Taiwan, parte histórica da China, foi invadida e ocupada pelos Japoneses na Guerra Sino Japonesa de 1894-1895, no mesmo conflito em que os japoneses ocuparam a Coréia.

Os dois territórios ocupados pelos japoneses foram alvo de lutas durante a II Guerra Mundial, quando o Japão invadiu a China e travou seguidas batalhas contra os chineses por quase 15 anos (1931-1945), onde morreram cerca de 20 a 25 milhões de chineses. Antes mesmo de ser anunciada a derrota do Japão na II Guerra Mundial, a Coréia já estava dividida entre as áreas de ocupação dos EUA e da URSS.  Com a vitória da Revolução Comunista na China, em 1949, outro território que fora ocupado pelo Japão, Taiwan, passou a ser governada pelo grupo dos "nacionalistas", apoiados pelos EUA. A Guerra da Coréia (1950-1953) dividiu definitivamente o povo coreano, separado em dois Estados distintos até os dias atuais. Infelzimente, ainda hoje a Guerra da Coréia não acabou formalmente, tendo sido estabelecido apenas um cessar-fogo, mas nunca celbrado um acordo de paz. Ou seja, a Coréia do Norte ainda está "formalmente em guerra" com os EUA, na interpretação dos americanos.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Integração regional: Brasil e Argentina farão satélite para monitorar oceanos

Inovação Tecnológica

10/05/2010

Brasil e Argentina farão satélite para monitorar oceanos

Informações da AEB  

A Agência Espacial Brasileira (AEB/MCT) e a Comisión Nacional de Actividades Espaciales (Conae), da Argentina, desenvolverão, em conjunto, o satélite "Sabia-Mar", destinado à observação global dos oceanos e ao monitoramento do Atlântico nas proximidades do Brasil e da Argentina.

Sul-Sul

Com o Sabia-Mar será possível observar a cor dos oceanos, monitorar a exploração petrolífera, gerenciar as zonas costeiras e contribuir com a atividade pesqueira, entre outras aplicações.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Seminário "África do Sul: Mitos e Realidades"


Seminário "África do Sul: Mitos e Realidades"


20 e 21 de maio de 2010

Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas - Campus Centro – UFRGS


Programação

20 de maio (quinta-feira)

18h30: Sessão de Abertura
Prof. Dr. Carlos Alexandre Netto (Reitor da UFRGS)
Prof. Dr. Paulo Fagundes Visentini (Coordenador do CESUL)
Prof. Esp. Luiz Dario Teixeira Ribeiro (Coordenador do NERINT)

19h: Painel “Os fundamentos da história sul-africana”
Prof. Esp. Luiz Dario Teixeira Ribeiro (UFRGS)

Exibição do Filme “Infância roubada (Tsotsi)”


21 de maio (sexta-feira)

10h: Painel “A sociedade sul-africana em transformação”
Prof. Drª. Jo-Ansie van Wyk (UNISA, África do Sul)
Prof. Drª. Analúcia Danilevicz (FAPA/ESPM)

14h: Painel “Diplomacia e segurança na região africana”
Prof. Dr. Marco Aurélio Cepik (UFRGS)
Prof. Dr. Francis Kornegay (IGD, África do Sul)

16h: Painel “A África do Sul, o Brasil e o IBAS”
Prof. Dr. Pio Penna Filho (USP)
Prof. Dr. Paulo Fagundes Visentini (UFRGS)


Inscrições: pelo -email nerint@ufrgs. br - custo de R$5,00 (certificado de 10h/a)
Informações: 51 3308 7150

Promoção: CESUL-UFRGS e NERINT



http://www6.ufrgs.br/nerint/php/noticias.php?idn=40&lang=br

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Comércio entre Brasil e Argentina tem forte recuperação

Agência Brasil

03/05/2010

Comércio entre Brasil e Argentina tem forte recuperação

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil


Brasília – O Brasil ampliou as vendas para os principais blocos econômicos, no mês de abril, exceto para a África, onde as exportações brasileiras caíram 32% em relação ao mesmo mês de 2009. Mas, o que mais chamou a atenção do secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, foi o aumento das vendas em 61,4% para os países do Mercosul, puxadas, principalmente, pela Argentina.

Do total de US$ 1,65 bilhão que os exportadores brasileiros venderam para o Mercosul, US$ 1,298 bilhão foram para a Argentina. Ele lembrou que em abril de 2009 a venda de nossos produtos para o mercado argentino somaram só US$ 824 milhões.

O secretário destacou que tem havido “boa recuperação da capacidade de compra” dos Estados Unidos, do México e da Argentina, notadamente em relação a automóveis e autopeças. Mas ressaltou que o preço médio desses produtos não tem subido de forma equilibrada, pois as exportações “aumentaram em quantidade, mas caíram de preço”.

No cômputo geral da América Latina e do Caribe, a absorção de produtos brasileiros é surpreendente, de acordo com Barral, mesmo considerando-se que abril do ano passado foi uma base muito fraca, por causa dos efeitos da crise financeira mundial. O Brasil vendeu US$ 3,632 bilhões para o bloco, no mês passado, um crescimento de 55,3% em relação aos US$ 2,338 bilhões em abril de 2009.

Barral está otimista também quanto ao crescimento das vendas brasileiras para os Estados Unidos. O mercado norte-americano comprou US$ 1,623 bilhão em abril deste ano, contra US$ 1,340 bilhão em igual mês de 2009. O aumento de 21,1% sinaliza, segundo ele, "uma retomada da recuperação do comércio bilateral”, e antecipou, inclusive, que amanhã terá uma reunião técnica com funcionários do governo dos Estados Unidos para dar mais fluidez de negócios.

O secretário disse que a China continua como nosso maior comprador. No mês passado comprou US$ 2,53 bilhões, um aumento de 13,4% na comparação com abril de 2009. Destacou, porém, que parte significativa da diferença se refere à aquisição de soja brasileira, recentemente colhida. Além de China, os Estados Unidos, a Argentina, os Países Baixos e a Alemanha foram outros grandes compradores de produtos brasileiros.

Os principais destaques de nossas exportações, de acordo com Barral, foram os produtos básicos e semimanufaturados, que registraram valores recordes para meses de abril, alcançando as cifras de US$ 7,017 bilhões (+25,4% sobre abril de 2009) e de US$ 1,919 bilhão (+33,8%) respectivamente. As exportações de produtos manufaturados também tiveram bom desempenho no mês ao somarem US$ 5,947 bilhões (+18%).

Quanto às importações, o secretário destacou que as compras brasileiras de combustíveis e lubrificantes cresceram 173,3% na mesma base de comparação, principalmente por causa do aumento do preço internacional do petróleo, além do aumento de preço e da quantidade usada de óleo diesel, gás natural e carvão. As importações de matérias primas e intermediárias também aumentaram 65,1%, bens de consumo cresceram 49,9% e bens de capital mais 18,9%.

Os nossos maiores fornecedores foram os Estados Unidos (US$ 2,011 bilhões), a China (US$ 1,662 bilhão), a Argentina (US$ 1,162 bilhão), a Alemanha (US$ 899 milhões) e a Nigéria (US$ 694 milhões).


Edição: Rivadavia Severo


sexta-feira, 16 de abril de 2010

IBAS: Brasil, Índia e África do Sul desenvolverão dois satélites artificiais

Inovação Tecnológica


16/04/2010

Brasil, Índia e África do Sul desenvolverão dois satélites artificiais

MCT

Estudos climáticos e agrícolas

Brasil, Índia e África do Sul assinaram, em Brasília, um acordo de cooperação para o desenvolvimento de dois satélites artificiais.

Segundo o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, os equipamentos serão utilizados em estudos climáticos e agrícolas dos três países.

"Esse é mais um de diversos acordos trilaterais assinados entre os países do IBAS (Índia, Brasil e África do Sul). Esses satélites são importantes para reforçarmos o trabalho dos centros espaciais", destacou.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Conferência Internacional: "Mercosul e União Europeia: integração e desenvolvimento"

Conferência Internacional:
"Mercosul e União Europeia: integração e desenvolvimento"





A economia e as finanças mundiais estão cada vez mais interdependentes. As movimentações financeiras e as políticas econômicas repercutem no ambiente internacional, gerando depressão ou satisfação econômica nas populações. É a partir do reconhecimento dessa realidade que o Estado precisa traçar políticas de desenvolvimento.



Para refletir sobre esses aspectos da economia e da integração, o Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV) traz a Porto Alegre personalidade de diferentes áreas diretamente envolvidas com o tema em pauta: Sr. Francisco Luzón (Vice-presidente mundial do Grupo Santander), Sr. Marco Aurelio Ruediger (Sociólogo da Fundação Getúlio Vargas) e o Sr. Paulo Fagundes Visentini (Coordenador do CEGOV), mediador dessa Conferência.



A Conferência Internacional "Mercosul e União Europeia: integração e desenvolvimento" será realizada no dia 15 de abril, às 19 horas, no Hotel Embaixador (R. Jerônimo Coelho, 354 - Porto Alegre - RS).



51 3308 9860 - 33083272

 
 
 

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Seminário Sino-Brasileiro

 I SEMINÁRIO SINO-BRASILEIRO: Desenvolvimento Econômico e Segurança Internacional





Segunda-Feira - 12 de abril

10:00 - 12:00 - Painel de Abertura

Dr. Carlos Alexandre Netto (Reitor da UFRGS)
Sr. Li Baojun (Cônsul Geral da China no Brasil)
Sr. Samuel Pinheiro Guimarães (Ministro de Estado, chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da Republica)
Dr. Paulo Vizentini (Professor Titular de Relacoes Internacionais da UFRGS)

14:00 – 17:00
– Integração e Desenvolvimento: China e Brasil

Coordenador: Professor Luiz Dario Ribeiro (Coordenador do NERINT)
Participantes:
Dr. Matt Ferchen (Universidade Tsinghua),
Dr. Javier Vadell (PUC-MG),
Dr. André Cunha (UFRGS),
Dr. Severino Bezerra Cabral Filho (IBECAP-RJ).






Terça-feira - 13 de abril

09:00 – 12:00
- Segurança Internacional e Forcas Armadas: China e Brasil

Coordenador: Dr. André Reis da Silva (UFRGS)
Participantes:
Dra. Luo Tianhong (Universidade Renmin),
Dr. Antonio Jorge Ramalho da Rocha (UnB),
Dr. Marco Cepik (UFRGS),
Dr. José Miguel Martins (NERINT).

14:00 – 17:00
– Agenda para a Cooperação Acadêmica Sino-Brasileira

Coordenador: Dr. Marco Cepik (UFRGS)
Participantes:
Dr. Matt Ferchen (Universidade Tsinghua),
Dr. Luo Tianhong (Universidade Renmin),
Dr. Paulo Vizentini (UFRGS),
Dr. Severino Bezerra Cabral Filho (IBECAP-RJ).



Local
Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas (FCE) - Campus Centro/UFRGS

Inscrições gratuitas: enviar o número do cartão da UFRGS e nome completo (para alunos da UFRGS) ou nome completo, RG e nome da mãe para o e-mail: seminariosinobrasileiro@gmail.com

Para certificados PROREXT, custo de R$5,00.


http://www6.ufrgs.br/nerint/php/noticias.php?idp=1&lang=br

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ciclo de Palestras no Clube de Cultura de Porto Alegre: Imperialismo dos EUA

 Ciclo de Palestras sobre o Imperialismo Estadunidense






05/04/2010 – 2ª feira

“AS ORIGENS HISTÓRICAS DO IMPERIALISMO DOS ESTADOS UNIDOS”
Fábio Catani
Prof. História

“OS ESTADOS UNIDOS E A GUERRA DA CORÉIA”
José Miguel Martins
Dr. Ciência Política



07/04/2010 – 4ª feira

“A INFLUÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS NO PADRÃO DE CONSUMO NO BRASIL APÓS A II GUERRA MUNDIAL”
Ricardo Fitz
Prof. História FAPA

“A INFLUÊNCIA MILITAR ESTADUNIDENSE NO MILITARISMO BRASILEIRO”
Nilo Piana de Castro
Prof. História Colégio Aplicação



08/04/2010 – 5ª feira

“RELAÇÃO CUBA – ESTADOS UNIDOS: DA GUERRA FRIA AOS DIAS ATUAIS”
Regina Curtis
Prof.a. História ULBRA

“O PODER DOS EUA NA ÉPOCA DA GUERRA FRIA”
Luíz Dario Ribeiro
Prof. História UFRGS



13/04/2010 – 3ª feira

“AMÉRICA LATINA (1950-2010): O FANTASMA DA PENTAGONIZAÇÃO”
Enrique Padrós
Prof. História UFRGS

“A ECONOMIA DOS ESTADOS UNIDOS NOS ÚLTIMOS 60 ANOS: TRANSFORMAÇÃO E CRISE”
Eduardo Maldonado Filho
Prof. Economia UFRGS



14/04/2010 – 4ª feira

“A ENERGIA ATÔMICA E OS DESAFIOS DO FUTURO”
César Augusto Zen Vasconcellos
Prof. Física UFRGS

“ENERGIAS ALTERNATIVAS E BIOCOMBUSTÍVEIS NOS EUA E NO BRASIL”
Lucas Kerr de Oliveira
Mestre em Relações Internacionais




Clube de Cultura de Porto Alegre - 60 anos
Rua Ramiro Barcelos, n. 1853, Bomfim, Porto Alegre, RS.



sexta-feira, 26 de março de 2010

O Brasil como mediador da paz no Oriente Médio

Mundorama

24/03/2010

O Brasil como mediador da paz no Oriente Médio
André Luiz Reis da Silva   &   Bruna Kunrath

 
http://mundorama.net/

Historicamente, o Oriente Médio significou uma das áreas de baixa prioridade da diplomacia brasileira, embora tenha experimentado momentos de forte aproximação dos anos 1970 até o início dos anos 1990. Entretanto, desde o fim da Guerra Fria, a política externa brasileira para o Oriente Médio havia sofrido um recuo, que foi alterado somente na virada do milênio, articulada com a construção de um novo modelo de inserção internacional.

Neste contexto, seguindo a concepção de política externa concebida em 2003, o presidente Lula visitou o Oriente Médio entre os dias 14 e 17 de março de 2010, realizando as inéditas visitas aos Estados de Israel, Jordânia e à Cisjordânia, esta controlada pela Autoridade Nacional Palestina (ANP). Tais eventos fazem parte das diretrizes do governo Lula de estreitamento das relações diplomáticas com países de todos os continentes, que se pode chamar de concepção universalista, bem como da tentativa de inserção autônoma e soberana no sistema internacional, destacando a presença do Brasil no equilíbrio de poder global – como potência média – e a construção de um mundo multipolar.

A principal motivação das visitas de Lula aos países do Oriente Médio reside na esfera política. A diplomacia brasileira tenta lançar o país como um mediador do conflito entre Israel e Palestina, promovendo um papel ativo na busca pela intensificação do diálogo de paz da região. Com isso, ganha visibilidade no cenário internacional, com a qual espera aumentar sua chance de disputar uma vaga de membro permanente no Conselho de Segurança da ONU. Assim, uma aproximação que ao longo da década se deu mais no plano econômico, com o estreitamento do intercâmbio com os países da região, adquire uma ênfase mais política, percebida desde as visitas feitas ao Brasil pelos presidentes de Israel, Irã e ANP em dezembro de 2009.

A viagem da comitiva de Lula, que agrupou ministros e empresários, esteve em Israel em momento conturbado, dada a declaração do Estado israelense de que implantaria 1,6 mil assentamentos judaicos em Jerusalém Oriental, território palestino. A declaração causou forte desaprovação da comunidade internacional, até mesmo do principal aliado histórico de Israel, os EUA. Tal conjuntura, por outro lado, deu respaldo ao presidente Lula, que, além de declarar ao presidente israelense, Shimon Peres, que o diálogo de paz tinha que ser reiniciado, condenou os assentamentos judaicos, vistos como um atravancamento ao processo de pacificação da região.

A primeira visita de um presidente brasileiro a Israel é fundamental para a manutenção de boas relações diplomáticas entre o Brasil e este país, o qual possui claros atritos com o Irã. Em uma de suas ações que demonstram a autonomia do Brasil em relação à posição dos países centrais, principalmente dos EUA, o governo Lula recebeu o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, em dezembro do ano passado, apoiando sua pesquisa nuclear para fins pacíficos e dando certo respaldo à sua controvertida eleição. A passagem de Lula por Israel, que passou pela visita ao Museu do Holocausto, mostra o desacordo do Brasil com as declarações de Ahmadinejad de que o genocídio judeu não ocorreu. Assim, apesar de o chanceler israelense não ter recebido a comitiva brasileira, a visita de Lula foi positiva para estreitar as relações entre os dois países. Israel tem a intenção de destinar US$ 1 bilhão para apoiar exportações e investimentos israelenses ao Brasil.

Seguindo para a Cisjordânia, o presidente Lula aumentou o teor de críticas às ações de Israel que prejudicam o entendimento com a Palestina. Em Ramallah, defendeu a necessidade urgente de se criar um Estado palestino independente. Além disso, criticou a ocupação israelense dos territórios palestinos, bem como o embargo imposto por Israel juntamente com os EUA, desde 2006, à Palestina. O presidente também se mostrou a favor da derrubada do muro israelense que perpassa Cisjordânia e Faixa de Gaza. Ainda, foi incentivado o diálogo entre as facções palestinas rivais, Fatah e Hamas, que respectivamente controlam Cisjordânia e Faixa de Gaza. Uma forma de ampliar o diálogo para a paz seria, justamente, ouvir as demandas de outras partes envolvidas na questão, como os dirigentes do Hamas – rotulado como grupo terrorista por Israel e EUA.

A última parada de Lula foi na Jordânia, onde o presidente analisou com rei Abdullah II meios para que as negociações pela paz sejam retomadas entre Israel e Palestina. Na ocasião da visita, o presidente brasileiro declarou que é necessário maior engajamento da ONU para a estabilização do Oriente Médio. Para Lula, a organização deveria se empenhar na pacificação da região, tanto quanto se engajou na criação do Estado de Israel. Nesse ínterim, levantou-se a bandeira da ampliação da representatividade dos órgãos das Nações Unidas, que seria o grande obstáculo para sua maior eficácia e capacidade política.

Ainda na Jordânia, houve reunião das delegações dos dois países para o estreitamento das relações econômicas, principalmente nos setores de energias renováveis, indústria, água e agricultura e cooperação bilateral. Por fim, o presidente Lula enviou o chanceler Celso Amorim à Síria para que levasse um convite ao presidente Bashar Assad para visitar o Brasil, pois percebe-se o grande papel que a Síria representa no processo de paz da Terra Santa.

A visita do presidente Lula ao Oriente Médio foi positiva, na medida em que o diálogo com os países envolvidos no conflito entre Israel e Palestina foi possível, sendo o Brasil bem aceito como possível mediador dos diálogos de paz. O respaldo dado à iniciativa brasileira pela Jordânia, país diretamente envolvido no conflito, dada sua posição fronteiriça com a Terra Santa, é de vital importância para o sucesso dessa nova empreitada da política externa brasileira. O Oriente Médio representa um dos pontos fracos da ONU, principalmente de seu Conselho de Segurança, na medida em que esta não conseguiu dar fim aos conflitos na região em mais de sessenta anos. O Brasil encontra uma margem de manobra para se lançar como uma grande player no novo cenário multipolar, defendendo a solução de conflitos internacionais em esferas multilaterais, mas somente se estas garantirem uma maior participação dos países em desenvolvimento.

O Brasil, com sua declarada e historicamente observada disposição para resolver conflitos pelo diálogo, pode representar um elemento novo para a pacificação da Terra Santa. De fato, conciliando uma relação amistosa e autônoma com todos os países envolvidos, o Brasil pode ter uma atuação destacada como mediador em uma região saturada pela violência e pelas tentativas de solução militar. Assim, a atuação brasileira no Oriente Médio está articulada com as diretrizes que o governo Lula delineou em 2003: expandir as relações diplomáticas pelo mundo, buscando novas formas de cooperação, de forma a reduzir as vulnerabilidades externas, e lutando pela ampliação do poder de influência brasileiro na política internacional.

André Luiz Reis da Silva é  Professor Adjunto de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e Pesquisador do Núcleo de Estratégia e Relações Internacionais – Nerint da mesma universidade, com apoio da FAPERGS e do CNPq. (reisdasilva@hotmail.com).

Bruna Kunrath é Graduanda de Relações Internacionais da da Universidade Federal do Rio Grande do Sul  - UFRGS e Bolsista de IC/CNPq do Núcleo de Estratégia e Relações Internacionais – Nerint da mesma universidade. (brunakunrath@hotmail.com).

sábado, 20 de março de 2010

Presidente Lula no Oriente Médio: Israel e Palestina

Entrevista com o Ministro de Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim

(março/2010)

"O Brasil inspira confiança no mundo" 





PRESIDENTE LULA DEFENDE ESTADO PALESTINO NO PARLAMENTO ISRAELENSE.

 

 

"A solução dos conflitos no Oriente Médio" (março/2010)



 

 

 

Discurso do Presidente Lula em novembro de 2009:

"Não haverá paz no Oriente Médio sem concessões difíceis"

 


Presidente Lula afirma que é preciso diálogo para estabelecer a paz no Oriente Médio (nov/2009)


Entrevista do Chanceler Celso Amorim à CNN em Espanhol

sexta-feira, 19 de março de 2010

Política Externa: Ministro de Relações Exteriores Celso Amorim fala sobre a Política Externa do brasil nos últimos 7 anos

O Ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, explica o sucesso da Política Externa brasileira na primeira década dos anos 2000























Programa "7 anos em 7 minutos" da TVNBR. 
Destaque para a Estratégia brasileira de intensificar os laços de cooperação Sul-Sul, principalmente voltado para a integração regional sul-americana. Destaque também dado à relação com o continente africano, países árabes, o IBAS e os países do BRIC.